terça-feira, 21 de setembro de 2010

RIO JACUÍ



Adesivando Kayaks e Tralhas Aventuras

Havia marcado uma remada para este sábado no litoral com um amigo que só conhecia por mensagens e postagens de relatos de remadas. 
O Fabiano ligou para saber de alguma remada e sugeriu que fôssemos no domingo que poderia ir também outro amigo. Então troquei o dia de remar na lagoa e, a convite do próprio Fabiano, fomos para o Jacuí no sábado.
Saímos então, a partir de Morretes, para o rio Jacuí.
Antes da saída para a água Fabiano colocou adesivo da escuderia  K&T no seu novo caiaque Artic, da Eclipse.


Aportagem na boca do canal Santa Clara, margem esquerda do rio Jacuí.



Subindo o rio Jacuí.

Navegamos ao lado da ilha do Cravo e entramos no canal que a separa da ilha da Cabeçuda. Fabiano até registrou o momento que marcava uma remada além do canal do Lage,  o ponto mais distante do clube que ele havia remado subindo o Jacuí.


Pelo canal de navegação do Jacuí várias areieras desciam o rio. Essa encontramos outro dia no porto de Charqueadas.


Descemos nessa prainha na ponta leste da ilha do Siqueira para o tradicional almoço - massinha cozida em três minutos com molho de carnes, queijo ralado. Fabiano inaugurou o"café de chaleirinha" da ilha. Levou uma chaleira de ferro bem pequena e preparou um café - solúvel, mas muito bom. Por uma falha inexplicável não fotografei.

Partindo da ilha.

Entrei nesse canal  pensando que daria a volta na ilha mas,  estava fechado por aguapés. Achei que fosse o canal que procurava e que houvesse fechado. Mas, aquele era um  canal interno. Que mancada! Era só descer um pouco mais e encontraríamos o canal certo.


Contornando o extremo oeste da ilha da ponta Rasa e retornando.


Chegada de volta ao ponto de partida da remada.


Resumo:
Sábado, 18 de setembro de 2010
Percurso (aproximado) 27,5km
Saída: 8h30min.
Chegada:16h

Caiaque Artic (Eclipse): Fabiano Krauze
Caiaque Cabo Horn (Opium): Germano Greis





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Valeu Fabiano, pela companhia do amigo, pela  boa remada no rio Jacuí.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

REMADA EM IPANEMA

Zona Sul de Porto Alegre

Era meio dia em ponto quando saí remando da praia de Ipanema subindo pela margem até a ponta da vila Assunção onde vi aqueles biguás enfileirados nas pedras. Então fiz umas fotos e dei meia volta. Seria uma remada curta e não iria muito longe.  Pensei na possibilidade de ir até a ilha das Pedras Brancas mas, desisti dessa idéia.



Passei nos molhes da marina e vi que os biguás dali continuavam sobre as pedras.



Eles saíram batendo as asas na água e foram para o meio do rio.


Passei pelo farol da marina e decidi remar reto para a ponta Grossa e, um pouco adiante da ponta do Cachimbo, virei para a pedra da Vovó, no morro da Serraria.



Eis a pedra da Vovó onde as ondas chegavam de frente e desviavam das pedras do morro.


Com a inversão do rumo, fiquei de frente para Pedra Redonda e ponta do Cachimbo.


Passando pelo "barquinho de Ipanema" que estava na praia para alguma manutenção.

O retorno do caiaqueveio ao ponto de saída com vistas para a Pedra Redonda.

Aqui, com vistas para o morro da Serraria.



Distância percorrida (estimada): 17,2km
Tempo de remada: 3h15min.

Esta saída de Ipanema foi idéia de levar o caiaque sobre o carro porque viria de Canoas a um endereço bem próximo dali. Convidei  o Leonardo e combinamos pelas 11h.  Depois, por telefone, remarcamos para as 11h30h pois, eu não chegaria na hora marcada.. Acabei chegando no local às 11h45min e, como ele não estava, saí remando depois de mais 15min.de espera. Como sabia que ele teria compromissos mais tarde, achei que tivesse desistido.
Quando cheguei de volta o Leonardo me aguardava na praia. Havia chegado depois e não conseguiu me encontrar na água. 
Assim, fizemos uma remada em dupla mas, solo por caminhos diferentes.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

TRIUNFO ATÉ PORTO ALEGRE

Ilha do Araújo

 Foi nossa parada para o almoço. É o ponto extremo Oeste da ilha onde restam algumas árvores nativas e caminhos feitos pelo gado.

O caiaqueveio  aportado na ilha do Araújo.








Depois da parada do almoço eu guardei a câmera e me ocupei mais com a remada, preocupado que ainda tínhamos cerca de 28km pela frente e eu não tinha certeza que chegaria bem. Havia passado duas semanas sem remar e recuperando-me de uma gripe forte.

Só queria complementar sobre a lancha que se referiu o Leonardo em seu blog, que eu remava mais a frente porque eles pararam na margem e eu, segui adiante. A lancha veio no sentido contrário a mim, pela outra margem em boa velocidade e as ondas que ela provocou chegou em mim com muita altura e mexendo muito a água à minha volta quando retornavam da costa. 
Achei que ela  continuava subindo o rio Jacuí ouvindo o som dos motores mas, de repente, percebi que a lancha estava retornando e, o que era pior, pela minha direita, entre mim e a margem. A lancha diminuiu a velocidade mas, assim mesmo, pela proximidade de mim e da costa, sobraram ondas e água repicada das ondas retornando da costa. Eu tive que por a proa para o meio do rio e rezar para não acontecer o pior, enquanto as pessoas da lancha passavam sorrindo e felizes como se o rio fosse só deles.

***

Agradeço aos amigos Tiane e Leonardo que mais uma vez tiveram a paciência com esse caiaqueveio remando junto deles - na verdade sempre uns kms atrás. Foi uma das remadas mais legais que já fizemos.

Agradecemos ao Sr. Roberto pela valiosa colaboração em nos levar até Triunfo e nos resgatar na ilha da Pintada.

Visite blog de Leonardo: Muitas belas fotos
Tiane:


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TRIUNFO ATÉ PORTO ALEGRE

Capela da Granja Carola


Quem passar pelo rio avista, entre as árvores e taquareiras da margem, essa linda  capelinha no alto da colina onde foi construída para não sofrer com as enchentes do rio.  
Esse lugar é próximo da sede da Granja Carola, no município de Charqueadas. Sua história deve vir dos tempos das charqueadas e que o rio Jacuí  tinha importância  no transporte do charque para Porto Alegre. 
Hoje, a atividade econômica no município está voltada para reflorestamento com o  cultivo de eucaliptos para rede elétrica, agricultura, pecuária  e extração de carvão mineral.
Nós passamos com nossos caiaques e vislumbramos essa paisagem como admiradores da natureza e das belas imagens  para  registrar com nossas câmeras,  mas, duvido que qualquer pessoa que cruze por ali, não lamente o descaso que se encontra aquela pequena construção que no passado devia reunir a sua volta famílias e pessoas ilustres da região.






A capelinha vista do rio...
...e o rio do ponto de vista da capelinha.

Fico imaginando que tão pouco seria necessário para restaurar aquela capelinha que, mesmo quase desabando o que resta do seu telhado, ainda brilha entre as palmeiras sob a luz do sol.


Qualquer comentário sobre esta postagem ou sobre fontes para pesquisa serão bem recebidos.