Os amigos Márcio e Otávio do Osório Grupo de Canoagem nos convidaram para uma remada pelas lagoas com saída da lagoa do Peixoto, com dois dias de remada, passando pelas lagoas da Pinguela , das Malvas e a dos Quadros, finalizando com uma incursão no arroio Sanga Funda.
Primeiro dia de remada
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Márcio com seus últimos preparativos no duplo. |
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Vistas para o morro das antenas em Osório e o velho trapiche. |
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Canal do Peixoto, ligação entre as lagoas do Peixoto e da Pinguela. |
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Entrando na lagoa da Pinguela e o morro Alto ao fundo. |
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Parada no pontal de areia da lagoa da Pinguela. |
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Márcio e Otávio chegando no duplão. |
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Otávio e sua filmadora BB. |
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Caiaques e o morro Alto. |
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Gado magro... |
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Crânio de capivara. |
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Leonardo analisando o achado. |
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Atravessamos deixando o morro à esquerda. |
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Seguindo pela costa oposta, chegamos a esse canal de irrigação e resolvemos fazer o almoço. |
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Duas amiguinhas bem receptivas que nos acompanharam durante o tempo de parada. |
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Ali próximo, restos de uma carcaça de equino. |
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Saída para a lagoa com vento e ondas mais forte após o almoço. |
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Leonardo mais afastado, em meio as ondas. |
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Entrando na lagoa das Malvas. |
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Márcio e Otávio viraram para a direita. Leonardo e Tiane viraram para a esquerda. Eu vinha mais atrás resolvi navegar em rumo intermediário. |
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Mas, deu certo e chegamos nos bancos de areias próximo da entrada do canal que liga a lagoa das Malvas a dos Quadros. |
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Márcio e Otávio fizeram um parada na entrada do canal. |
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Continuei remando e aproveitava que estava sendo levado pelas ondas e pelo vento bem na direção do canal. |
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Tiane seguindo pelo canal. |
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Prainhas em alguns pontos do canal. |
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Outros pontos do canal o barranco desmoronando. |
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Ameaça de temporal com nuvens carregadas. |
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Logo as nuvens estariam sobre nós. |
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As arvorezinhas que trocavam de lugares... |
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...conforme eu contornava a curva do canal. |
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Parada na marina. |
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Segui em frente. |
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Onde terminam os juncos, começa lagoa dos Quadros. |
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Virando à esquerda, na lagoa dos Quadros, fui acompanhando a costa até encontrar essa praia com areias claras onde fiz uma parada para esperar os outros caiaques. |
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Detalhes da areia. |
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Leonardo e Tiane chegando. |
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Continuamos pela costa da lagoa e chegamos a uma cerca de arame farpado entrando longe dentro da água. É um perigo para navegação, embora sinalizada com garrafas pet pois, são transparentes. |
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Magnificas imagens: nove patinhos em fileira... |
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...quando nos aproximamos, o alerta foi dado e os patinhos debandaram em disparada - salve-se quem puder. |
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Finalmente chegando nas figueiras que era o local marcado para o acampamento. |
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Barracas montadas, lenha recolhida para um fogo de chão e todos apostos para fotos do pôr do sol. |
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Hu-hu, hu-hu! |
Assim encerramos o dia de remada e voltamos nossas atenções para a janta no que, Otávio e Márcio, se envolviam com espetos para o churrasco e batatas-doces assadas na brasa. Leonardo aquecia pão com tempero árabe preparado pela Tiane ainda em casa.
Algum tempo depois, o pior estava estava para acontecer: percebemos o gado chegando para passar a noite embaixo das figueiras onde estávamos acampados. Não era à toa que o lugar era cheio de bostas de vaca. Ali era o pernoite de uma manada. Nós iluminávamos com lanternas na direção do gado e víamos muitos pares de olhos brilhando no escuro na direção do acampamento. Eu tinha montado a minha barraca mais próximo de uma das figueiras enquanto que os outros haviam ficado mais próximos da margem. Resolvi mudar para lá também. Essa cenas foram fotografadas e vou deixar que vejam nos outros blogs essas fotos.
Depois da mudança de endereço, me recolhi aos pedaços para a barraca. Foi como levar uma anestesia que eu apaguei. Mais tarde acordei e escutava vozes. Parecia gente chegando de longe. Resolvi sair da barraca e descobri que as vozes eram o Márcio e o Otávio conversando baixinho. Quando quis saber o que houve me disseram que cuidavam do gado enquanto terminavam de tomar todas cervejas que ainda estavam "geladinhas" porque o gelo tinha acabado e elas estaria quentes no outro dia. Será?
Voltei para o segundo sono e, já quase de manhã, acordei novamente e resolvi sair da barraca. Assim que me coloquei de pé, depois de sair da barraca engatinhando, porque a barraca é muito pequena, saltou sobre mim um animal. Não vi nem de onde veio mas, logo percebi que não era um agressão: era uma cachorrinha bem serelepe brincando de saltar em mim. Ela saltava tanto que foi por cima da barraca onde Márcio e Otávio estavam. O susto que levaram foi tão grande que quase saíram correndo com barraca e tudo, pensando que fosse o gado invadindo o acampamento. Isso tinha que ter sido filmado.
Distância percorrida (estimada) 29,4km
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